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Consequências do Bullying

O bullying consiste em ferir a vítima verbalmente, fisicamente e psicologicamente, diretamente: com ações na própria vítima e indiretamente: como exclusão da pessoa em um grupo. Na adolescência, este tipo de prática é mais comum do…
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Adolescência

Para iniciar, você já sabe o que é Adolescência? Este termo surgiu nos últimos tempos para designar a fase em que acaba a infância e o indivíduo se prepara para a vida adulta. As pessoas com até 12 anos  se constituem como crianças.…
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PERDI MEU BEBÊ

Perdi meu bebê, e agora? No momento em que a mulher descobre sua gravidez, vários pensamentos surgem e uma carga afetiva é elaborada durante esta espera. A futura mãe constrói o processo de maternidade e sua nova identidade. Nestes nove…

PSICOTERAPIA INFANTIL

A Psicoterapia Infantil está voltada à promoção da saúde da criança e auxiliar o paciente, quando, algo não está bem em variados campos. A terapia fornece assistência para a realização de reflexões sobre as angústias. Proporciona…
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Estresse no Trabalho

O Estresse no Trabalho é bem presente no cotidiano das pessoas, ocasionando afastamento das atividades profissionais, aposentadoria precoce e risco de vida aos trabalhadores, influenciando diretamente na saúde. Esta exaustão emocional pode…
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ANSIEDADE

A Ansiedade é visto como algo essencial para todo ser humano, se não existisse correríamos o risco de viver com tranquilidade exagerada e apatia. Esta, é caracterizada por um sentimento de vazio, associado ao medo, tensão, desconforto…
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Violência contra a Mulher

A violência contra a Mulher é um fato que ocorre constantemente. O principal agressor é o marido e os tipos de violência são variados. Existe a violência ligada ao trabalho e as agressões domésticas, que ocorrem dentro do lar. Abrangem…
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QUALIDADE DE VIDA

O conceito de qualidade de vida ainda não é bem esclarecido. Ao longo dos anos foi modificando-se e portando várias definições. Para compreender melhor o que seria este tema, a Organização Mundial da Saúde divide em cinco tópicos, abordando…
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Dificuldade de Aprendizagem

A Dificuldade de Aprendizagem ocorre na vida escolar da criança. As complicações permeiam problemas no sistema educacional, das peculiaridades do indivíduo ou de fatores externos. A Dificuldade de aprendizagem são circunstâncias de vulnerabilidade…
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TRANSTORNOS NA INFÂNCIA

Os Transtornos na Infância prejudicam vários âmbitos da criança e comprometem a vida familiar. É comum os pais procurarem atendimento psicológico para seu filho,  em busca da melhora das relações interpessoais. Há casos que são dificultosos…

Avaliação Psicológica Infantil

A Avaliação Psicológica Infantil é uma técnica exclusiva do uso do psicólogo, que tem como objetivo assinalar disfunções de cognição infantil, comportamentais e emocionais. Para cada fase da infância, deve ser estudado qual é…
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MEU FILHO BATE NOS COLEGAS

A violência escolar é um tema bastante importante para ser discutido. A criança pode receber estímulos e ficar perturbada antes de adentrar á vida escolar, ou durante esta nova etapa da vida. Muitas crianças têm dificuldades de compreensão…

Terapia Familiar

A Terapia Familiar surgiu na América do Norte na década de 50, quando houve a necessidade de cuidar psicologicamente das famílias. Nesta época acontecia uma reviravolta no mundo: as consequências das guerras mundiais, avanço da tecnologia…
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Consequências do Bullying

O bullying consiste em ferir a vítima verbalmente, fisicamente e psicologicamente, diretamente: com ações na própria vítima e indiretamente: como exclusão da pessoa em um grupo. Na adolescência, este tipo de prática é mais comum do que se imagina, ainda mais em escolas, local o qual os adolescentes passam parte da vida e do tempo diário.

Estes tipos de agressões machucam as vítimas e podem torna-las mais frágeis e isoladas, o olhar preconceituoso está presente na prática pelo motivo de que, nesta fase os adolescentes estão voltados para sua aparência. As mudanças do corpo estão em evidência, o olhar se torna mais crítico e alguns adolescentes não hesitam em falar algo que possa chatear a outra pessoa.

Normalmente os ataques são realizados em grupos, já ouviu a frase: “A união faz a força”? Ela se encaixa perfeitamente neste contexto, seja pelo motivo de que sozinho, o indivíduo não tenha coragem de realizar agressões, ou porque a prática do bullying faz o adolescente sentir que está incluso em um grupo. Aqui deixo perguntas para reflexão: “Por que o adolescente tem a necessidade de praticar algo que fere o outro?” “O que há dentro do sujeito que o faz ser o agressor?” Posso dar um palpite, mas, não é válido para todos os casos. Muitas vezes quem comete o bullying, percebe na prática do mesmo, uma forma de alívio por também ser uma vítima deste tipo de ataque.

A adolescência é uma fase maravilhosa, de descobertas, a escola é um ambiente de aprendizagem e de convívio social, os adolescentes acabam vivendo em um mundo estereotipado, sem se por no lugar do outro, ou ao menos pensar em como a vítima se sente. As consequências desses atos criminosos são inúmeras e podem acarretar em suicídio.

O Brasil não tem as maiores taxas de suicídio do mundo, porém, está em crescimento constante. 90% da população que tira a própria vida tem um transtorno associado, no caso do bullying a depressão é indispensável. A internet acaba auxiliando positivamente na eficácia do comportamento, o jogo da Baleia Azul é apenas um dos exemplos e veio à tona há pouco tempo, mas estes jogos que degradam o corpo estão presentes faz anos. As pessoas tem medo de falar de suicídio com receio de que induza a pessoa a esta prática, porém, falar de suicídio é necessário e previne!

Muitas vezes, a pessoa conturbada com esta ideia precisa apenas ser ouvida, não deixe de ajudar alguém que esteja precisando de sua ajuda! Estabelecer vínculos positivos, conversar com estas pessoas, mantê-los próximos, acolhidos, procurar um profissional da área de saúde para auxiliar neste momento difícil são algumas maneiras de prevenção. Caso contrário, é uma forma de incentivar a pessoa ao pior.

Você também pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida pelo telefone: 141.

Não esqueça, falar sobre suicídio PREVINE!

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Adolescência

Para iniciar, você já sabe o que é Adolescência? Este termo surgiu nos últimos tempos para designar a fase em que acaba a infância e o indivíduo se prepara para a vida adulta. As pessoas com até 12 anos  se constituem como crianças. Enquanto dos 12 anos até os 18 anos incompletos são apontados como Adolescentes. Nos séculos passados, as crianças eram consideradas mini adultos, não tinham direitos, o trabalho era presente na vida infantil como natural. Em 1990 surge o Estatuto da Criança e do Adolescente, o qual pleiteia que ambas as fases tenha direitos.

Direitos dos Adolescentes

A Criança e o Adolescente têm o direito de:

  1. Estudar;
  2. De serem alimentados;
  3. De estarem em convívio social;
  4. De serem amparados…
  5. Além de terem afeto, com a diferença de que a criança judicialmente é um ser absolutamente incapaz, quem responde pelos seus atos são seus responsáveis. Enquanto os Adolescentes, entre 16 e 18 anos incompletos são relativamente incapazes, assistidos pelos seus responsáveis, eles podem cumprir medidas administrativas judicialmente.

Adolescencia

Adolescência e as transformações

Na Adolescência ocorrem variadas transformações, esta fase acompanha a puberdade apresentando diferenciações em traços físicos. Alguns comportamentos entram em extinção, como brincar, por exemplo. Essas mudanças transformam a pessoa psicologicamente. É um momento de conflito interno, o qual o corpo de criança é deixado para trás e é necessário adaptar-se àquele novo corpo. A desordem também é caracterizada pela mudança de identidade e a busca por quem este indivíduo será.

Os adolescentes tem seu grupo específico, na maioria das vezes, só com adolescentes. Este é um exemplo de comportamento defensivo, estar em um grupo que combinem as personalidades. Existem variados grupos como o dos boleiros, das meninas populares, daqueles que não se encaixam em nenhum grupo!

Adolescência e Conflito com adultos

A barreira adulta existe inconscientemente, muitas vezes, os adultos não sabem como lidar com adolescentes, assim como os adolescentes não sabem lidar com as crianças. Os adolescentes acreditam que o comportamento dos últimos são “ridículos”, sem lembrar que eles, adolescentes, já passaram por isso.

A convivência grupal tem um tabu de que é necessário o indivíduo comportar-se como as pessoas daquele grupo se comportam para  serem aceitos por eles. Por exemplo: ”as pessoas de tal grupo quando saem, gostam de beber, eu não gosto de beber, porém, para me sentir parte deste grupo, quando eu saio, bebo com eles”. Adolescentes precisam ter a sensação de que estão sendo incluídos, porém, ele não precisa testar seus limites para estar em um grupo.

Adolescência e as renuncias

Esta fase é marcada por renuncias, como já citado, renuncia do corpo, dos comportamentos e também da proteção familiar. A ideia de que as crianças são protegidas pelos pais é muito presente, o pensamento de que esse zelo é vergonhoso está embutido em adolescentes. Com isto, as portas se fecham, sejam as portas dos quartos ou até mesmo portas inconscientes. O ser humano precisa pensar sobre si e ter seus momentos sozinhos, mas não de maneira que quebre o convívio familiar. Como já citado, o adolescente tem direito à proteção e é dever de seus responsáveis protegê-los.

Talvez não seja fácil administrar a proteção dos pais, mas como o adolescente está confuso  e ansioso com seu crescimento, seus pais também estão. É difícil para eles concretizarem a perda da criança que existia. Os pais ainda tem se referem aos seus filhos como: “minha menina, meu menino, meu bebê, princesa da mamãe…”. Certamente as pessoas na fase da adolescência ficam revoltados com estas falas. Porém, esta fase é de conflitos. Não devemos esquecer que temos que ter paciência, assim como os adultos tem que ter esta dádiva. A fase é complicada, mas é repleta de boas vivências e autoconhecimento!

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PERDI MEU BEBÊ

Perdi meu bebê, e agora?

No momento em que a mulher descobre sua gravidez, vários pensamentos surgem e uma carga afetiva é elaborada durante esta espera. A futura mãe constrói o processo de maternidade e sua nova identidade. Nestes nove meses os conceitos de vida, felicidade, ansiedade e nascimento permeiam com alegria a vida das gestantes.

Infelizmente a morte pode estar envolvida em meio a tanta espera e sentimentos bons. Ninguém aprende e nem ensina como lidar com o óbito. E como enfrentar a morte de um filho e a morte do papel de mãe? Inicialmente surgem os consolos, é confortante receber um abraço, algumas palavras, ou até mesmo o silêncio. Este acaba sendo o mais valioso que podemos entregar em um momento tão triste. A dor é sentida por todas as mães no momento do luto perinatal e o sofrimento de cada uma é diferenciado das demais.

É válido respeitar o tempo desta mãe enquanto elabora seu luto, permitir que ela chore, que fale sobre o assunto. Porém, é necessário que a família perceba e saiba diferenciar se a mãe já elaborou o seu luto ou não. Se existe esta dificuldade é importante que procurem ajuda necessária.

Perdi meu bebê: Fases do luto Perdi meu bebe

Quando algo que não queremos acontece, a primeira fase é a negação, acreditar que isto não está ocorrendo. O isolamento faz parte dessa primeira etapa do processo da elaboração do luto. Este, é um mecanismo de defesa com o objetivo de reduzir a dor sentida naquele momento. A raiva faz parte deste processo, neste caso, a mãe que perdeu seu filho repugna-se à ideia de que ele não existe mais.

A barganha é o terceiro estágio e consiste em procurar ajuda em alguma crença. A depressão pode surgir para refletir sobre o que ocorreu, repensando o que está ocorrendo na vida dela, é um preparatório para a aceitação. A pessoa que sentiu a perda encontra-se mais centrada, entendendo todo o processo que ocorreu. Podem manifestar de forma mais clara seus sentimentos, angústias, frustrações. Este processo pode ocorrer de formas inversas e diferentes para cada pessoa, o importante é que a mãe elabore seu luto.